Blog da Moderna
Doces no Japão
Roll cake de framboesas com merengue, do La Maison Kioi 

      O Japão tem seus doces tradicionais, tais como wagashi, mochi, dango, daifuku e demais doces feitos à base de arroz mochi, feijão azuki e outros ingredientes japoneses. Eu adoro todos, mas tenho uma paixão também pelos doces originalmente não japoneses, mas que eu acho que é feito com maestria aqui. 
Além de lindos, são gostosos e não tão doces, e por isso, não são enjoativos pra comer. 
      Ao longo do tempo que tenho morado aqui, tenho ido bastante em cafés e docerias, por pura gordice mesmo! 
      Gosto da delicadeza das confeitarias daqui, especialmente o capricho que os pratos são preparados. 
      A gente come com os olhos primeiro, se apaixona ao ver a vitrine de doces! Dependendo da época do ano, os doces também mudam. Agora, agosto, tenho visto muitos doces de manga, frutas tropicais, melão, melancia, e kiwi. Perto do fim do ano, há muitos bolos e sobremesas de morango ( inclusive no Natal, há a tradição de comer bolo de morango!).

      O post de hoje vai ser especial pra mostrar alguns dos doces que tenho comido por aqui!
bolo de chocolate de um café em Shinjuku

sorvete com frutas e cheese cake, do restaurante Gasuto. Ele vem servido nesse bowl de pedra congelada e recomendam misturar tudo antes de comer

Sorvete em mini bolinhas coloridas saborizadas. Pra mim, pareceu um monte de sacolé em formato de mini bolinhas ahaahah. Mas era gostosinho =) 


Bolo de framboesa da doceria Almond, em Roppongi. Acho que esse lugar é um dos meus favoritos.

Parfait de macha do restaurante Kyoumachikoisigure, em Shinjuku

Sorvete de Pistache de um restaurante Okinawano em Nagoya

Bolo Charlotte na doceria Ma Maison, em Shibuya

Doces diversos da doceira perto de casa

Sobremesas diversas do restaurante francês Saint Marc, perto de casa

Sobremesa do course do restaurante do Hotel que ficamos em Kawaguchiko, perto do Monte Fuji

Sobremesa de um restaurante em Odaiba, na baía de Tokyo


Tiramisu com manga, do L'Occitane Café em Shinjuku

Mousse de laranja da confeitaria perto de casa



Bolo de mix berries da confeitaria perto de casa

Sobremesa do restaurante Kikukasou. Esse lugar era a casa da família Imperial antigamente. O jardim era lindo e a comida maravilhosa. Acho que merece um post só pra ele!





E aí, o que acharam? Você, que já veio ou mora no Japão, tem alguma preferência pelos doces daqui? Ou tem algum lugar pra me indicar? Eu adoro doces e sempre que posso saio pra experimentar algum lugar novo por aqui! 
DIFERENÇAS CULTURAIS E BARREIRAS NA LINGUAGEM
Até eu vir morar aqui, sempre achei que por ter sido criada numa família japonesa e com a avó mais-japonesa-que-tudo-no-mundo, eu não sentiria muita diferença se morasse no Japão. Cresci ouvindo na escola que eu era “japa”, que meus costumes eram mais japoneses do que brasileiros e que deveria ir pro Japão. Honestamente, até acreditei nisso.
Talvez por isso, quando eu cheguei aqui, o choque de realidade veio com tudo numa voadora na cara. Eu, iludida de tudo na vida, cheguei no Japão achando que ia ser tranquilo. Mas na vida real, cheguei aqui e levei um combo “barreira de linguagem-cultura-e-falta-de-dinheiro”.

Eu sabia que eu não sabia japonês, mas por outro lado, acreditava que aquele japonês da avó falando comigo a vida toda me ajudaria a sobreviver aqui. Na primeira vez que vim ao Japão, numa escala de 0 a 10, eu entendia tipo nível 1… Como o sonho de aprender a falar japonês, aliado à vontade de viver aqui era algo muito intenso na minha vida, vim com a premissa “A melhor forma de aprender uma língua é vivendo no País onde essa língua é falada”, mas eu não achava que o perrengue ia ser tão grande. 

Logo após chegar no Japão, o meu então namorado me levou pra casa dele pra me apresentar à família dele. Ele fala inglês, mas a família não fala. Na mesma semana viajei com a família toda para a casa de praia deles, em Izu, província próxima de Tokyo. Eu, ele, os pais e a avó. Eu estava simplesmente travada. Com medo de falar alguma besteira, não sabia nem me apresentar em japonês, não conseguia manter uma conversa nem montar uma frase inteira que fizesse sentido. Também tinha a tensão toda de causar uma boa impressão pra família do bophe e a preocupação em ser aceita numa família japonesa, sendo estrangeira. 

Para minha surpresa, fui muito bem recebida e a avó dele tentava interagir comigo de qualquer maneira. Ela falava muito devagar as palavras para me fazer entender e apontava os objetos, fazia mímica, mandava o bophe traduzir nossa conversa… 
A primeira viagem para Izu

Eu sempre ouvi que os japoneses são extremamentes fechados e introvertidos. Hoje acho isso um mito. Não que não haja pessoas assim aqui, mas como em qualquer lugar do mundo, há personalidades de todos os tipos. No meu caso, eu tive sorte por ter encontrado uma família que me aceitou e me adotou. Mas não por isso, não foi difícil a adaptação.

Aprender a tomar banho de onsen, a fazer comida de ano novo, a me apresentar, a entender o que o bophe pensava e aprender a aceitar (ou não) certos comportamentos, perder o costume de gesticular com as mãos quando falo, a não olhar tão direto nos olhos da pessoa com quem estou conversando, tudo isso foi bem hard pra mim e até conseguir conviver bem com isso, rolaram muitas lágrimas, noites mal dormidas (e não dormidas também), muita gastrite e discussões.

Até hoje eu acho difícil muitos pontos da cultura daqui. Já se passaram quase 2 anos e meio morando aqui e ainda não entendo muito bem os impostos aqui, como funciona meu plano de saúde e mais vários outros detalhes burocráticos da vida aqui. Não que eu entendesse muito bem no Brasil também, mas né…

O que levo de lição dessa vida que escolhi há 2 anos é que tudo o que ouvi sobre os japoneses serem frios, não abraçarem, não demonstrarem carinho, é mentira. A forma que eles demonstram é diferente da forma que os brasileiros demonstram. No Brasil é muito comum se abraçar e se tocar, aqui não é. Muitas vezes as pessoas se assustam se você encostar nelas. Eu mesma, acabei me acostumando a isso e quando alguém vem encostando em mim eu me sinto desconfortável, a não ser que seja muito amigo ou que seja mulher. Cumprimentar encostando nem pensar. 
Mas isso não quer dizer que as pessoas não se abraçam. Hoje mesmo, fui conhecer a unidade nova do restaurante em que eu trabalho e uma amiga minha trabalha lá. Ao me ver, ela veio com os braços abertos e me abraçou. Um amigo que trabalha comigo no bar também, não raramente chega do meu lado e me abraça. Eu acho bonitinho e de certa forma, muito pura a forma que eles interagem com seus queridos. 

O que eu sinto aqui é que os detalhes significam muito. Por exemplo, quando fiz essa viagem pela primeira vez com a família do namorado, a avó dele, mesmo sem conseguir conversar comigo direito, foi colhendo florzinhas pelo caminho em que passávamos em um dos nossos passeios e fez um arranjo de cabelo e colocou em mim. Se isso não é uma forma singela e genuína de demonstração de carinho e delicadeza, eu não sei mais o que poderia ser.
Em Izu, na minha primeira viagem com a família do namorado, com o arranjo de flores que a avó dele fez 
Foto por Sho Fujii - visitando uma montanha de azaleas com a família dele
Existe uma expressão que eu acho que define bem a forma de viver aqui: “空気を読める”, que significa, literalmente, “ler o ar”. Significa o que seria para os brasileiros, “pegar no ar” ou “para bom entendedor, meia palavra basta”, mas no caso aqui, sem a palavra. Um olhar, uma levantada de sobrancelha, uma leve arqueada nos lábios, ou uma leve inclinada de cabeça deve ser suficiente para o entender o que o outro quer dizer. Isso pra mim é o mais difícil até hoje, mas pouco a pouco estou aprendendo!
Ainda não consigo me expressar da forma que gostaria e muitas vezes ocorrem mal entendidos por eu não ser fluente na língua e não ter a mesma cultura que eles, mas depois de 1 ano morando aqui, comecei a fazer amigos japoneses e a interagir mais com eles. Acho que tem sido a melhor forma de aprender a língua e o comportamento das pessoas daqui!


De qualquer maneira, com seus prós e contras, ainda acho Japão um lugar ótimo de se viver, com muita civilidade e educação, limpeza e amor. Porque EXISTE AMOR EM TOKYO SIM! <3 <3 
Nosso primeiro hanabi (fogos de artifício) juntos em 2015
O melhor sentimento do mundo
Oie Gente,

Tudo bem?

 Hoje eu vou contar um pouquinho sobre o MELHOR sentimento do mundo! Isso aconteceu no dia 01.07.17, lembro o dia porque tudo o que é importante nos datamos para nunca mais esquecer e também, porque ainda é recente!! Rsrsrs
Brincadeiras á parte, nesse dia eu acordei as 04:00 da manhã pra fazer o café da manhã pra minha irmã e para o meu cunhado, porque íamos sair de casa as 05:00 da manhã pra ir até Boituva que da mais ou menos 1h30min de viagem no horário que saímos de São Paulo, não tinha transito nenhum. Chegamos lá em Boituva ás 6:50 da manhã e o dia estava LINDO e  MARAVILHOSO para ter um ótimo de vôo, pegamos a primeira viagem que foi sensacional, porque o céu estava lindo e o tapete de nuvem estava ao nosso favor, para termos uma bela vista a apreciar.

O que eu estava pensando, meu deus, que delicia, não estou acreditando que eu estou saltando, que eu vim até aqui! Porque eu sempre quis saltar,e por ser caro, eu não ia, e claro que eu tinha combinado com meu ex de esperar os amigos dele pra ir junto com a gente para saltar todo mundo junto, claro que um deles não esperou ninguém e foi sozinho e mesmo assim não fomos. Então, depois de esperar por 7 anos pra saltar, SIM, esse foi o tempo que eu esperei pra SALTAR e não FUI...porque estava esperando ele, até que então eu fiquei solteira...rsrs
E a amiga da minha irmã a Nati, veio para São Paulo nós visitar e matar AQUELA saudades, papo vem papo vai e ela comenta, amanhã estou indo pra Boituva saltar de paraquedas, Vamos?? Rsrs
Eu olhei pra minha irmã e ela olhou pra mim e disse: Vamos? Eu só dei um sorrisinho e disse : Demoroooooo, super topoooooooo!!

Infezlimente não deu certo para irmos juntas, já que tinhamos comprado o salto na promoção do GROUPON que estava R$287,00 c/ direito á 10 fotos inclusas que você não tem o direito de selecionar as fotos que você mais gostou, porque quem seleciona é o computador. Então, galera que for comprar agora, comprem SEM AS FOTOS, e comprem o pacote de lá que eles oferecem na hora, acho que vale super a pena. Eu paguei R$340,00  no credito em 1X porque se fosse parcelado eles aumentavam o valor, mas eu ganhei 800 fotos que foram no da cãmera do meu instrutor mais a do cãmera men e 1 video SENSACIONAL, tirando que as melhores fotos que você recebe são do câmera men, sério gente, vale super a pena pagar  uma vez na vida para guardar de recordação, todos os  momentos são registrados.

O que eu pensei na hora que estava entrando no helicoptero, MEU DEUS não estou acreditando que eu estou aqui, o que eu estou fazendo aqui, será que vou morrer? Eu paguei por isso? Era uma mistura de sentimentos que não tem explicação.

E o que falar daquela vista? INEXPLICÁVEL, pra mim foi a melhor sensacional do mundo, todo aquele stress que eu sentia durante um semestre inteiro passou quando eu cheguei lá no alto, ainda mais que eu estava SUPER stressada com a faculdade, porque perdi um més de aula por causa do meu intercambio que eu vou contar pra vocês também, porque eu amei morar nos States.

Quando eu parei na porta do helicoptero, eu não conseguia parar de sorrir e a única coisa que vinha na minha cabeça era, MEU DEUS, QUERO SALTAR!!!

E quando eu saltei, nem sei o que dizer para vocês, é indescritivél, foi tão bom mais tão bom que eu não pensei em nada, não senti medo nenhum medo nenhum, acho que foi o unico momento da vida que REALMENTE consegui deixar a menti vazia e só aproveitar o passeio, AQUELA VISTA, AQUELA SENSAÇÃO de liberdade e liberar todos aqueles hôrminios do bem estar (endorfina,noradrenalina e adrenalina), resumindo, foi simplismente incrível.

Tchauzinhooo genteeeeeee, até á nossa próxima aventura!!!!










Estou fazendo um curso de Harvard
A primeira vez que fiz intercâmbio tiramos uns dias de folga e fomos visitar Boston e lá fomos visitar Harvard... AMEI! hahaha


Fiquei com uma mega vontade de estudar lá, pesquisei alguns cursos de inglês mas ficou por isso mesmo, porque era muito caro... e eu era meio bobinha... na época do colegial nunca pensei em estudar fora... então não pesquisei nada... fui pra Boston porque estávamos perto para conhecer e tals.. e vi Harvard, entramos na biblioteca, nas salas de aula, jogamos xadrez e tudo!


Mas né, sejamos sinceros, também não estava mal aqui, fiz USP em Ribeirão Preto, dividia apartamento com uma amiga, muitos amigos e um emprego que pagava minhas diversões :)

Já fiz vários cursos à distância e gosto muito da flexibilidade que cursos à distância dão pra gente, especialmente aqui em SP que temos que pensar muito na logística para fazer algo, porque pra qualquer lugar que você vai, já perde 1h no trânsito... quem se identifica?

Depois que virei mãe então... ixi.. meus horários ficam mais presos ainda, ela vai na escolinha na parte da manhã e às 12h tenho que ir buscar... se for para um lugar longe, perco o horário... aí cursos à distância foram a solução para mim!

Se você sabe inglês você vai gostar muito deste site: EDX Courses



Este site oferece cursos das mais renomadas universidades e de graça. Você escolhe uma área de conhecimento e pode fazer o curso. Existem também cursos pagos e a opção de receber um certificado do curso gratuito que você fizer pagando uma pequena taxa :)

Para fazer os cursos você só precisa se cadastrar no site e ter a disciplina para terminar os cursos que escolher dentro do prazo que eles te dão.

Não se engane achando que será fácil fazer... os cursos tem lição de casa para entregar, provas online e projeto final. Achei o máximo!

Estou fazendo o curso de Introduction to Computer Science (CS50) de Harvard e o Introduction to HTML and Java Script da Microsoft e estou gostando muito!

Tem cursos de todas as áreas e acho que vale a pena dar uma olhada se você quer melhorar seu currículo de maneira mais econômica e sem perder qualidade!

#ficaadica

Qualquer dúvida, gritem! Estamos no mesmo barco!
O mundo está em constante mudança
Olá!

Quando estava na faculdade cursando as aulas de Finanças do Profº Alberto Matias, uma frase que ele sempre falava me marcou: "Você já vai se formar obsoleto!" E isso é muito verdade! Na época ela falava isso porque a contabilidade que a gente estava aprendendo estava prestes a mudar e não daria tempo de aprendermos a nova na faculdade pois estávamos na reta final...

Agora lendo o livro Incansáveis pela segunda vez, Maurício Benvenutti cita o tempo que demoraram para algumas tecnologias serem aceitas, de acordo com o Economist:

"Depois de ser inventada, a eletricidade demorou 45 anos para ser adotada em pelo menos 25% da população norte-americana. Foram necessários porém 35 anos para adotar o telefone, 31 para o rádio, 26 anos para a televisão, 16 anos para o computador, 13 para o celular e apenas 7 para a internet"

A lâmpada surgiu com Thomas Edison em 1880 e ainda hoje, em 2017, existem pessoas que não tem acesso a ela. De acordo com o relatório do Banco Mundial, cerca de 1,2 bilhões de pessoas ainda vivem sem eletricidade... e eu estou aqui falando das pessoas que ainda não tem acesso a alguns serviços básicos e do outro lado as mudanças que estão por vir... algumas eu nem imaginava...
  1. Adiamento da morte - a Calico quer estender a expectativa de vida da pessoas em 50% e fazer homens e mulheres ultrapassarem os 120 anos... minha bisavó viveu até os 97 anos (iria adorar ela aqui ainda hoje)
  2. Carros elétricos - a Tesla que só produz carros à bateria... a BMW que anunciou que a partir de 2025 só produzirá carros elétricos e a Toyota que planeja parar de vender carros à gasolina até 2050
  3. Carros sem motorista (carro será uma commodity)
  4. Drones para transportar humanos - Consumer Electronics Show (CES), uma das maiores feiras de tecnologias do mundo
  5. Impressoras 3D como um item caseiro tão essencial quanto a televisão
  6. Mapeamento genético - Ler sobre a empresa 23andMe
  7. Democratização da energia - você sabia que em apenas uma hora o sol libera sobre a Terra uma quantidade de energia superior ao consumo global do ano todo? - Ler sobre a empresa Semtive
  8. Internet Global (meu sonho!) - ler sobre o projeto Loon
  9. Inteligência artificial e robótica - Ler sobre a Suitable Technologies e o Beam
  10. O dinheiro do futuro - Bitcoin
  11. Serviços de intermediação serão reescritos
  12. Profissões não-tecnológicas estão sendo substituídas pela tecnologia
Coloquei em forma de tópicos e sem explicar direitinho porque nem li direito sobre isso, quero ler mais...
Mas me sinto estupidamente egoísta em ler sobre essas transformações sabendo que há mais de um bilhão de pessoas que não tem acesso a energia elétrica ou quando ainda tem mais de um bilhão de pessoas que vive com menos de um dólar por dia...

Você já imaginou viver nesta situação?
4 amigos se submeteram a esta experiência e fizeram um documentário que impactou o mundo e resultou na ajuda de uma comunidade... estou falando do Living on one dollar (Vivendo com um dólar, em tradução literal). Veja o trailler:


\Dia 06 - Ser ou não ser? O que devo fazer?
Ainda não descobri meu papel... quero conhecer o mundo, ver todas as 7 maravilhas do mundo, mas me sinto muito egoísta quando vejo esses números... tantas pessoas passando necessidade... Todos os meses fazemos doações para o Médico sem fronteiras e Greepeace, é como aquele dinheiro de cofrinho, a gente recebe e já separa para essas doações, mas até que ponto isto é o suficiente? 
A resposta, NÃO É! Mas já é alguma coisa, né?! Talvez ainda não encontrei minha missão e por isso vou continuar procurando... de mente aberta para as grandes mudanças e alerta para onde precisamos melhorar...

Veja o vídeo completo do documentário e saiba que esses 4 meninos alcançaram um grande número de pessoas e conseguiram ajudar essa comunidade com microfinanciamentos que mudou a vida de algumas pessoas.


Aqui está o link para a campanha para ajudar essas famílias. A quantia pretendida quase foi arrecada. Se você puder ajudar, será bem vindo!

O que você está fazendo para mudar o mundo?
Lembre-se que a mudança começa em você!
Candy Crush
Olá!

Com certeza você já ouviu falar neste joguinho, o Candy Crush... eu já tinha jogado ele há uns 2 anos e este ano minha irmã baixou no meu celular novamente para ensinar a minha filha a jogar... mas, o problema não foi ela aprender a jogar... o problema foi eu voltar a jogar e a ter uma supervontade de jogar de novo... fala sério né?!


Aí por volta das 12h quando fui almoçar, liguei o celular e vi o ícone me chamando para jogar... e comecei e não queria mais parar.. claro que me forcei a desligar porque não posso jogar o dia inteiro, mas fiquei pensando "por que eu fiquei tão viciada neste jogo?" Só eu sou assim?

Claro que fui perguntar para o Dr Google se eu era o problema ou o jogo tem mesmo propriedades viciantes que faz a gente ficar "ligadão" e não é que tem explicação científica.

O fenômeno psicológico é conhecido como efeito Zeigarnik (do psicólogo russo Bluma Zeigarnik) e pode ser explicado como uma tarefa incompleta que fica grudada na memória.

Segundo o estudo, cada fase do Candy crush é uma tarefa que precisa ser completada e o jogador sente essa urgência de resolver o problema e isso faz com que o jogador volte várias vezes ao jogo... Além disso, o jogo dá 5 vidas ao jogador que quando acabam é preciso esperar 30 minutos para voltar a ganhar uma nova vida, e essa lógica reforça a ideia de que o usuário deve voltar todos os dias...
(você pode ler a matéria completa aqui).

Que coisa, não?! O Candy Crush tem hoje 50 milhões de usuários e o jogo gera por dia 600 mil dólares por meio das aquisições de usuários para acabar com a ansiedade de terminar a tarefa... interessante né?!

Um jogo bobinho que prende tanta gente...

Já vou até apagar o jogo de novo do meu celular para eu parar de perder tempo jogando isso e passar mais tempo lendo livros e estudando...

Dia 05 - Dia de apagar o candy crush do celular novamente para voltar a ter vida e terminar os cursos online que estou fazendo...
Aliás conto mais sobre esses cursos amanhã, porque tenho uma aula a concluir ainda hoje!

Beejos

@blogdamoderna